Nesta história fictícia, Marina acompanha a rotina de uma oficina e percebe uma dúvida recorrente: os clientes querem saber quando poderão buscar seus objetos. A resposta depende de anotações espalhadas e telefonemas entre atendimentos.
A primeira versão cabe numa folha
Ela organiza um registro de entrada, uma previsão de conclusão e um aviso de retirada. A ideia inicial é tornar o acompanhamento compreensível para quem atende e para quem espera.
Uma rotina antes de uma ferramenta
Ao acompanhar o uso, Marina encontra exceções: peças que não chegam, reparos adicionais e clientes que mudam de telefone. Cada situação revela algo que um formulário genérico não explicava.
As perguntas por trás da trajetória
Uma entrevista real exploraria a origem da observação, as primeiras tentativas e as decisões tomadas ao longo do caminho. Este personagem e sua história foram criados apenas para demonstrar o formato Fundadores.
